28 junho, 2005

 

Óbvio ululante


 

Como não existe macho na imprensa esportiva mineira (ou melhor, na IMPRENSA mineira), vou ter que dizer eu mesmo:

FORA RICARDO GUIMARÃES E ALEXANDRE KALIL!!!


 

 

 

O Seresteiro da Amazônia


 

Um companheiro de trampo e aflições me apresentou isso aqui: Frankito Lopes, o índio apaixonado:




Mal posso esperar para baixar as músicas no Kazaa ou Koizaa que o valha.

Alguns "hits":

- É Paixão E Nada Mais

- Quero Dormir Em Teus Braços

- A Namorada Que Sonhei

- Eu Lhe Sirvo De Cobertor

- Índia Dengosa

Tem o CD no Submarino para comprar, mas meu desapego às coisas materiais não chega a tanto. Quem quiser cometer essa insensatez, clica no link aí em cima.

 

 

 

 

22 junho, 2005

 

"Escola de idiotas, pais irresponsáveis"


 

No meio do vendaval de sempre de "meias-palavras" e articulistas pisando em ovos para não decepcionar os anunciantes nem assustar os leitores, é sempre revigorante ler um artigo como este, descendo o malho sem dó nas escolas que colocam câmeras para vigiar os alunos.

O Ministério da Educação precisava ser mais atuante contra estas pragas impetradas pelos "empresários do ensino", estes pulhas que acham que podem dirigir uma escola como quem dirige uma padaria.

Trecho do hômi (Dante Donatelli):

Este tipo de atitude põe à mostra o despreparo da escola para lidar com seus alunos. E quando falo em escola, remeto à idéia concreta de todos os seus corpos técnicos, desde a direção desqualificada, que decidiu colocar as câmeras, até seus professores, que ao tolerar tal coisa assinam seu atestado de incompetência, passando pela coordenação que nada sabe, apenas vê e pune.

(...)

A constituição de escolas com estas práticas, escolas estas PAGAS, revelam a pior face da nossa sociedade. Por um lado, escolas que são a ante-sala da barbárie, lugares que deseducam para a vida, e por outro, famílias geridas por arremedos medrosos alcunhados de pai e mãe, mas podem chamar de “bobo” mesmo que eles atendem.



Ienfú!

 

 

 

 

21 junho, 2005

 

Outro texto foda


 

"Dez perguntas e um segredo", de Wendecley Alves.

Gozado que os mesmos que diziam, entre 1999 e 2002, que CPI era perigosa porque "afasta os investidores", hoje querem ver o pau quebrar até o fim.

E vice-versa.

Como disse num e-mail ao nosso "Conselho de Notáveis" (eu, Milen, Rodrigo Almeida e o Florêncio), o poder corrompe. Claro que o PT ainda é o menos pior, de longe, dentre os "partidões". Mas não é mais aquele...

 

 

 

 

20 junho, 2005

 

Achei que fosse só eu...


 

... que desconfiasse do tratamento da grande mídia dado à "crise" do governo Lula. Apenas fui pioneiro entre a imprensa submundana. Outros, bem mais brilhantes, se seguiram:

* A "venezuelização" da mídia, do "Observatório da Imprensa".

Trecho:

Os primeiros dois ou três taxistas com que falei, porém, tentaram me desanimar. Afirmaram que eu buscava o impossível porque o governo Chávez era odiado por todos, o que reforçou ainda mais meu inconformismo porque sabia que algum governante ser odiado por todos é que era impossível. Então encontrei um taxista que me revelou, demonstrando algum medo do que estava dizendo, que eu encontraria fartura de chavistas nos cerros (morros) que circundam a bela Caracas, e me levou até eles.

Fui levado a vários pontos dos tais cerros e encontrei os chavistas que buscava. Gente humilde que me revelou o quanto os programas sociais do "odiado" Chávez lhe haviam melhorado a vida. Me foi revelado, então, que eu não encontrava gente disposta a dizer o que eu estava ouvindo no subúrbio da cidade porque as empresas demitiam sumariamente quem soubessem que era chavista, mesmo se essa pessoa assim se declarasse fora do ambiente de trabalho.

Pouco depois que voltei ao Brasil setores amplamente minoritários da sociedade venezuelana (basicamente as elites empresariais e os donos de veículos de mídia) tentaram dar um golpe de Estado, que foi rechaçado por aquele numeroso povo mestiço e silencioso que habita os cerros caraquenhos e que no ano passado deu a Chávez estrondosa vitória no plebiscito sobre a continuidade ou a interrupção de seu mandato.


Quando a Esquerda é Necessária, de Mino Carta, editor de "Carta Capital".

Trecho:

Ecoa no panorama o aviso sinistro de FHC, pronunciado há dois meses: não sou candidato, declarou, mas poderia ser em caso de crise gravíssima. Profeta ou mensageiro? Estrategista? Titereiro? Certo é que a manobra desenvolvida nestes tristes dias pela mídia chega a ofuscar: trata-se de desestabilizar o governo e de preparar o terreno para a desforra tucana.

Trata-se de solapar a autoridade de Lula, como se, em vez de derrubar a estátua, o objetivo fosse destruir-lhe o pedestal. No ataque há açodamento, embora temperado pela postura cautelosa de quem percebe a longa distância que ainda nos separa da próxima eleição. Os próprios vigias instalados no topo dos mastros da nau dos senhores não têm olhos para outros riscos, amoitados no horizonte.

Uma crise gravíssima, além de atingir o mercado financeiro e o câmbio, com conseqüências imprevisíveis sobre a situação econômica e social, tende a favorecer o populismo. A promessa messiânica da redenção impossível. Digamos, candidaturas à la Garotinho.


Tomem cuidado com o que lêem por aí...

 

 

 

 

17 junho, 2005

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO


 

O SUBMUNDO DE NIKOLAS vem a público expor seu repúdio à campanha descarada de linchamento do PT movida pela mídia gorda com base em denúncias infundadas e partidas de uma parte obviamente interessada em uma reviravolta dos holofotes. O SUBMUNDO assiste com apreensão às investidas contra um governo eleito democraticamente, vítima de uma campanha de descrédito não lastreada aos sentimentos da população brasileira.

As pesquisas de opinião pública recentemente divulgadas, embora de credibilidade duvidosa, não revelam alterações significantes ao apoio dado pela população brasileira ao governo Lula. Os grandes órgãos de imprensa brasileiros, pelo contrário, cogitam no momento até na possibilidade de o presidente não concluir o seu mandato, ou não tentar a reeleição.

O SUBMUNDO DE NIKOLAS clama pela investigação das denúncias de corrupção em qualquer governo, de qualquer partido, preservando-se, contudo, a vontade do povo.

Que as forças ocultas não ousem em derrubar o presidente democraticamente eleito, senão o pau quebra. E desta vez não vai ser como no Araguaia.

E tenho dito!

Nikolas Spagnol de Oliveira
Presidente e Entidade Espiritual Suprema d'O SUBMUNDO DE NIKOLAS

 

 

 

 

16 junho, 2005

 

André Dahmer é o cara


 

Cara, quem me dera ter a verve desse camarada.



E tem nego que fica perdendo tempo comprando jornal pra ler "Garfield", "Recruta Zero" e essas tirinhas superadas...

 

 

 

 

14 junho, 2005

 

Duelo de Titãs


 

Tá rolando um debate ideológico muito interessante nos "comentários" do post "Até que Enfim um Macho para Dizer a Verdade". No corner azul, Rodrigo Almeida, francês, neo-liberal confesso e inimigo de classe; no corner vermelho, Nikolas Spagnol, herói anônimo das multidões, perigoso subversivo expulso do PSTU por radicalismo. Réplicas, tréplicas, retréplicas e a pancadaria habitual que o povo gosta.

Quem quiser conferir, ou entrar no meio, é só clicar descer a tela até o post, ou clicar aí em cima. É fácil saber onde fica a briga: é o único "comentários" de toda a história deste blog a ter mais de 10 entradas.

 

 

 

É Veríssimo!


 


"No fim, a explicação que tem de ser dada não é a dos suspeitos para os jornais e as CPIs, é a do PT para os seus militantes e eleitores, para aquele cara acenando sua bandeira vermelha na esquina, sozinho, de graça, porque acreditava e confiava. E o que precisam lhe explicar é por que mágica seu voto no PT deu num Roberto Jefferson com tantos poderes no governo, inclusive o de derrubá-lo."



Luís Fernando Veríssimo, em sua coluna publicada em vários jornais, 9 de Junho de 2005.

 

 

 

 

11 junho, 2005

 

"Se o campeonato terminasse hoje..."


 

O chavão acima era repetido por 9 entre 10 comentaristas de mesas redondas de tempos idos. Se o time estava caindo pelas tabelas, sempre vinha alguém lembrar que "se o campeonato terminasse hoje", ia cair para a segunda divisão. Quando ia bem, era a hora do cronista local alertar que, "se o campeonato terminasse hoje", o time seria campeão. Com o tempo, o chavão caiu em desuso, talvez porque alguém tenha alertado aos comentaristas futebolísticos que a hipótese de o campeonato ser encerrado antes do seu final previsto é absurda, exceto na eminência de uma guerra mundial, hecatombe nuclear ou coisa parecida. Acho que a história só tem 3 registros de torneios de futebol que foram encerrados precocemente e jamais reiniciados, todos eles por razões bem conhecidas:

- Campeonato da União Soviética de 1941;
- Liga judaica da Polônia de 1939;
- Troféu Carandiru de 1991.

Lembrei deste velho chavão ao ler na capa da IstoÉ desta semana a seguinte especulação (no campo superior direito, em azul): e se as eleições de Outubro de 2006 fossem hoje?



Acho que existem duas respostas razoáveis para esta questão, para o caso de um pesquisador do IBOPE me parar na rua:

- Como assim "se as eleições fossem hoje"? Estão articulando um golpe de Estado e convocando eleições antecipadas?

- Quem se importa?

Se pesquisa eleitoral com 18 meses de antecedência prestasse pra alguma coisa, o Lula já teria sido eleito umas 3 vezes, e talvez até Leonel Brizola tivesse chegado lá. No comecinho de 2002, uns 8 meses antes das eleições, havia quem apostasse dinheiro em Roseana Sarney para presidente. Tudo por conta dessas pesquisas aí.

E não me venham com churumelas!

 

 

 

 

10 junho, 2005

 

A hora da pobraiada na Bolívia


 

Os bolivianos derrubaram o segundo presidente em 2 anos e agora querem o poder - principalmente o das indústrias de petróleo e gás que foram privatizadas há alguns anos pelo neo-liberal Sanchéz de Losada.

A Bolívia esteve deitada durante séculos sobre minas de ouro e prata, e mais recentemente descobriu que poderia tirar uma boa grana vendendo gás natural. Desgraçadamente, porém, as riquezas naturais sempre ficaram na mão da elite branca, espanhola, enquanto os "nativos" viviam na miséria. De uns anos pra cá o governo local passou a reprimir o plantio da milenar folha de coca, praticamente a única coisa que cresce nas montanhas, para evitar que garotinhos de classe média de Detroit cheirem pó.

Agora, parece ter chegado a hora da forra. O exército e a burguesia local estão cagando de medo. O Bush também não parece muito satisfeito com a idéia de um "cocalero" no poder da terra-mãe da coca. Vem chumbo grosso por aí.

Que fique o exemplo para os brasileiros.

 

 

 

Jogando no ventilador


 

Finalmente o PT começou a reagir com inteligência à "crise do mensalão". A "base aliada" vai propor a criação de uma CPI para investigar compras de votos no Congresso - na gestão Lula e na gestão FHC. O PSDB, que a princípio ficou todo alvoroçado, agora está querendo colocar panos quentes, já que pode sobrar pra ele também. Os tucanos agora estão reclamando de "revanchismo". Ora, ora.

O PT foi lento na reação à entrevista "explosiva" do Roberto Jéfferson - que esgotou a Folha de S. Paulo das bancas logo pela manhã da segunda-feira. Agora está começando a virar o jogo. O que Jéfferson queria - abafar a CPI dos Correios, onde ele é o principal "alvo" - não aconteceu, já que agora o PT está menos disposto a defender seu aliado traiçoeiro. De quebra, botaram gasolina na esquecida discussão da reforma política, que promete fortalecer os partidos grandes em detrimento ao "baixo clero", legendas e deputados de aluguel.

O eleitor brasileiro é que deveria aprender a grande lição dessa história toda: ficar esperto e não eleger a mesma corja de sempre. Esperaram que isso fosse acontecer depois de 1992. Em vão. Talvez aprendam com o tempo.

 

 

 

 

09 junho, 2005

 

"Setenta milhões em ação..."


 

Todo mundo adora meter o pau na Rede Globo, mas na hora que eles mandam bem, poucos elogiam. Domingo passado o "Esporte Espetacular", que é na minha opinião um dos mais superficiais programas esportivos da TV (e olha que o páreo é duro!), conseguiu me prender na poltrona com uma reportagem sobre os 35 anos do Tri, no México.



A produção foi atrás de cada um dos 20 tri-campeões vivos (o lateral-esquerdo Everaldo e o zagueiro Fontana já morreram), inclusive os reservas que nem jogaram. É bem verdade que muitos deles não quiseram gravar entrevista, talvez porque estejam numa situação de muita decadência para aparecer em público, ou simplesmente porque se cansaram de contar as mesmas histórias.

Fizeram um belo trabalho de resgate histórico, exibindo os melhores momentos de todas as partidas, com a mesma narração e o preto-e-branco de 1970. Chamaram os craques Rivelino, Tostão, Gérson, Carlos Alberto Torres e Pelé para comentar as pelejas. Deram voz à nostalgia de telespectadores ilustres e anônimos da época. Foram atrás do preparador físico, que levou o time pra treinar na altitude, foi chamado de maluco na época, e acabou criando o time mais bem preparado fisicamente da competição (o Brasil venceu a maior parte dos jogos no segundo tempo, sob intenso calor de verão mexicano).

Claro que nem tudo é perfeito: o "Esporte Espetacular" não contou direito a cabulosa história envolvendo a demissão do João Saldanha, esquerdista convicto, a mando do general Médici. Mas dá pra entender que a intenção é não estragar a "festa", nem comprometer Zagallo e Dadá Maravilha, que entraram nessa história de gaiatos. Saldanha e Médici, por outro lado, estão ambos mortos.

Não vi o final da reportagem, mas acho que vai ter uma "segunda parte" no domingo que vem, mostrando os jogos finais. Fiquem de olho.

 

 

 

 

08 junho, 2005

 

"Cada população tem a cidade que merece"


 

Artigo de Paulo Roberto Pires, do site "No Mínimo". Trecho:


"Cada população tem a cidade que merece. Na semana passada, a classe média carioca entronizou como herói um PM flagrado pelo 'Globo' chutando a cara de um ladrão que havia prendido e algemado. O jornal foi enxovalhado por mais de cem leitores, que enviaram correspondência ou telefonaram à redação para defender a polícia em termos muito eloqüentes. Com vocês, o respeitável público:

'Chute na cara é pouco para essa cambada de vagabundos e marginais.'

(...)

Esta é uma admirável manifestação de como o bom senso parece ser a principal vítima da violência: justiça é confundida com vingança, punição com agressão, segurança com repressão. A julgar por essa amostragem, que me parece bastante significativa, o carioca transborda de rancor e defende abertamente o ódio."



Eis o herói de nossa classe média: um gambé que chuta um bandido algemado e rendido. Depois acham que "inversão de valores" é coisa de esquerdista e mãe solteira.

Outro dia, ouvi de uma colega bancária, cuja agência foi assaltada, que os ladrões de banco não roubaram um tostão dos funcionários. "Só queremos o dinheiro do banco", diziam os assaltantes. Fizeram o serviço sem agredir ninguém, mesmo porque não foi preciso. Claro que nem todo assaltante de banco é "gente fina", mas pela amostragem acima, parecem ter mais ética que o policial carioca médio.

 

 

 

 

07 junho, 2005

 

Você tem cinco minutos


 

Li uma vez que, no Sri Lanka, os funcionários de uma multinacional de calçados (não sei se a Nike) trabalhavam umas 14 horas por dia e só tinham direito a 15 minutos, cronometrados, durante toda a jornada diária, para ir ao banheiro. Achava isso um absurdo típico de economias emergentes, que se sujeitam a todas as misérias para escapar da miséria. Cruel reflexo da globalização desumana.

Agora li na IstoÉ que a operadora de celular "Claro" faz a mesma coisa aqui no Brasil: passou de 5 minutos, o cara tá "fazendo hora" lá dentro. A Justiça do Trabalho não gostou e condenou a empresa a pagar R$ 500 mil de indenização ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A empresa ainda pode recorrer (é claro que vai).

Uma amiga minha, a Maya, reparou há alguns anos que a Telemar, apesar de ser uma empresa odiada pela clientela (recordista no PROCON) e pagar mal seus funcionários, nunca é criticada na mídia como merece, graças à gorda verba publicitária. Com essa "Claro", a "Vivo" e a "Oi" (subsidiária da Telemar) é a mesma coisa. Proibir o funcionário de cagar em paz representa o cúmulo do capitalismo mesquinho. Neo-taylorismo. Deviam ensinar pros donos da "Claro" que funcionário feliz (e aliviado) atende melhor o cliente. Mas quem disse que dono de operadora de celular se lixa pros clientes?

Por essas e outras é que eu continuo sem essa inutilidade moderna chamada celular. Além de não ser importunado, não alimento esses fedazunha.

 

 

 

 

04 junho, 2005

 

PSDB - "O Brasil precisa de um gerente"


 

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(Piadinha só para "iniciados".)

 

 

 

Aecim Elétrico


 

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Comé que ninguém pensou nisso antes? (Talvez tenham até pensado, mas não quiseram perder a gigantesca verba publicitária do Palácio)

 

 

 

Esse lugar deveria ser queimado


 



Etiqueta de um casaco em exposição na nova Daslu que alguma muié baranga mimada pelo marido milionário, perdulário e chifrudo vai comprar.


Radical é a puta que pariu. ISSO aí que é radicalismo e falta de bom senso. Tomara que alguns pivetes consigam driblar a segurança e fazer um arrastão aí dentro.

 

 

 

Até que enfim um macho para dizer a verdade


 

A NOVA DASLU É UM ATO DE VIOLÊNCIA, UM TOTEM À MÁ DISTRIBUIÇÃO DE RENDA.

Marcelo Yuka, ex-Rappa e único baterista paraplégico de que se tem notícia.

 

 

 

 

02 junho, 2005

 

Feliz Aniversário?


 

O SUBMUNDO DE NIKOLAS, este reduto do ciber-espaço esquecido por Deus e pelo seu criador, completou neste final de semana 1 ano de vida. Como merecido presente, seu criador dedicou-lhe 10 dias de absoluta indiferença.

Não sou mais o mesmo entediado que sentou em frente ao computador naquele frio e ocioso sábado de Julho de 2003 para escrever as três páginas do já lendário SUBMUNDO Zero, versão e-zine. Naquele tempo, era apenas um assalariado de meio-período, mais ou menos abandonado pela muié e envolto na famosa crise pós-formatura, quando a rigor sequer havia me formado "de fato". Achei que escrever um e-zine por conta própria, seguindo os preceitos gravados em pedra por H. Milen no "Carol", fosse aliviar o meu vazio, enquanto a monografia de fim de curso mofava esquecida e incompleta em algum lugar. De quebra, o exibidinho aqui poderia ganhar alguma notoriedade.

Funcionou por um tempo. Depois, passou a ser uma necessidade intermitente. Esbarro sempre em minha falta de disciplina e, recentemente, tempo livre. Como diria aquela cantora dos anos 80, a Rossana, "não está sendo fácil".

A grande falta de incentivo é a ausência de retorno dos leitores. Só uma meia dúzia se atreve a comentar. Ninguém manda e-mail (mesmo porque, não publiquei-o aqui), e meu contador de visitas é uma bosta. Quase sempre, tenho a sensação de estar falando para as paredes.

Bom... É isso aí. Um ano resistimos. Será que chegamos ao segundo?

 

 

 

Frase do dia


 

"Nunca, na história do PT, a direção nacional do partido tomou uma decisão tão contrária à opinião pública e ao bom senso."

Senador Eduardo Suplicy (PT-SP)

Cara, se o Supla Pai está dizendo isso, o trem é sério.

 

 

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