31 março, 2005

 

Papa João Paulo II recebe a extrema-unção


 



Tive dó do velhinho, ontem, quando ele tentou falar para a multidão na praça e só saíram uns chiados. Dá pra sentir sua frustração, sua angústia, mais do que a própria dor. Dizem que é uma sacanagem a Igreja obrigar o Papa a cumprir suas funções mesmo quando ele claramente não tem condições de saúde, mas não penso que ele seja obrigado, e sim que faça questão de ir até o fim.

Sei que é chavão, mas na hora de encarar a Velha da Foice, os homens são todos iguais. Morrem todos com dor e com medo. Todo o poder, no fim, é vão.

Acho que a morte de um papa é o único grande evento jornalístico inédito para a minha geração. Vimos impérios e arranha-céus caírem, elegemos, enterramos e derrubamos presidentes. Testemunhamos os horrores da guerra, felizmente a milhares de quilômetros de distância, a morte ao vivo de um herói do esporte - fabricado, é claro, mas qual não é? - a catarse de ganhar duas Copas do Mundo e o drama coletivo de perder uma. Liberar o Mandela, para nós, deixou de ser uma expressão escatológica de mau gosto. Depois do Papa, vai ficar faltando só a Rainha da Inglaterra e o Fidel Castro - a Dercy Gonçalves dos chefes de Estado.

A propósito: este vai ser um Primeiro de Abril movimentadíssimo...

 

 

 

Diplomacia blogueana


 

Como este SUBMUNDO DE NIKOLAS é incapaz de fornecer leitura suficiente para uma jornada de trabalho inteira de seus leitores desocupados, daremos adiante o endereço de outros portos seguros recomendados pelo autor:

Blog do Bean, de Carlos Reiss, relatos um atleticano, formado em Comunicação Social pela UFMG, perdido na Terra Santa. Escreveu uma monografia sobre como a mídia trata a questão Israel-Palestina, e foi o único blogueiro em todo o mundo, segundo o Google, a recomendar expressamente a leitura deste SUBMUNDO, apesar de só conhecer o seu autor "de vista".

Não linear, de Ricardo Deoroz, conhecido em seu tempo como uma das figuras mais amalucadas da Fafich (o que não é pouca coisa), e tido por muitos como o pior jogador de futebol de todos os tempos, devido às suas pitorescas atuações no G.R.E.S. Lanternas F.C., tradicional saco de pancadas do Torneio McLuhan de Futsal.

Gastreet, de Daniel Melo, outro egresso da Comunicação da Federal (ô turminha de cumadre!), responsável pela maioria dos eventos sociais da turma, torcedor do América mineiro (como todo belorizontino aristocata) e publicitário não-estereotipado nas horas vagas. Ultimamente anda às turras com o seu template.


Será que Funciona?, de Fernando Henrique, não o Cardoso, mas o Lara
, fiel companheiro de aflições atleticanas, usuário de templates padronizados e também (adivinhem?) um ex-colega de Comunicação da Federal. Uns tempos atrás, nutriu dúvidas quanto à própria sexualidade e usou uma tiara na cabeça, mas para não desonrar a massa alvi-negra, atendeu aos apelos e retirou-a.


Vista da Cidade, de Diorella, muié do Deoroz
, mais uma faficheira, porém não de nossa época, lê o Submundo de Nikolas desde sua versão e-zine, e desde aqueles tempos imemoriais (Julho de 2003) implica com este autor pelo uso do termo foneticamente correto "muié", ao invés de "mulher", do Português Arcaico. Apesar do seu gosto pelas artes burguesas, shopping centers e chá com as amigas, é uma fiel devota da Causa Proletária.

Florêncio est, de Daniel Florêncio, outro comunicólogo da Fafich, amante do Brittish Pop, perdido na cinzenta Londres de Dieckens. Antes de emigrar, convocou os amigos para assistir a uma sessão de vídeo-clipes finamente selecionados, mas chegando lá o som da bagaça deu pau, e inauguramos a era do "vídeo-clip mudo". Por algum motivo, é freqüentemente importunado pelos "crente-nautas", mas não se converteu.

Bom, por hoje é só. Acho que estou esquecendo de alguém (Lara, não, eu já te recomendei no passado)...

 

 

 

 

29 março, 2005

 

Os Grandes Clássicos do Cinema... refilmados em 30 segundos


 



Jack Nicholson, em "O Iluminado", em sua versão coelho

Recebi isso por e-mail da colega de profissão Marina Assis (ué, mas você não era bancário?). Clássicos do cinema, como "O Iluminado", "Titanic" (eu disse "clássicos"?) e "Exorcista" em versões de 30 segundos, re-encenadas por coelhos como o aí de cima.

Genial. Destaque para os efeitos musicais (quem é Celine Dion...).

 

 

 

Brasil não renova acordo com o FMI


 

Depois de decorrido mais da metade de seu mandato, o governo Lula finalmente tomou uma atitude de macho. O acordo com o FMI foi pras cucuia, o que tem mais valor simbólico do que qualquer coisa. Não temos que ouvir mais os palpites nem seguir as metas dos véios. Mas não há porque esperar uma guinada de 180 graus: Palocci e Meirelles vão continar a mesma toada, com juros altos, aperto fiscal e liberação de orçamento a conta-gotas. E, se a coisa complicar, o FMI estará sempre lá, com um novo acordo na gaveta.

É bom dizer, contudo, que pagar as contas em dia e gastar menos do que se ganha são princípios básicos do economês, com ou sem cartola do FMI no meio. E nunca é demais lembrar que foi a gastança desenfreada durante o primeiro mandato de FHC que levou ao nosso endividamento sem precedentes e gerou a necessidade do acordo com o Fundo. Mas também não precisa pagar os juros reais mais altos do mundo, né, ô Meirelles?

Eleitoralmente, porém, trata-se de um trunfo valioso nas mãos de Lula. Mais ou menos como a captura do Saddam Hussein: pouco relevante em qualquer aspecto concreto, mas enche os olhos da massa ignara. Já posso imaginar o mesmo locutor de sempre, numa propaganda eleitoral de TV by Duda Mendonça, dizendo que "quando Lula assumiu, o Brasil estava atrelado a um acordo com o FMI; hoje, graças à sua política econômica certeira, estamos livres para traçar nosso próprio destino..."

 

 

 

 

24 março, 2005

 

Foto-montagem tosca


 



Mas o que vale é a intenção...

 

 

 

 

22 março, 2005

 

Pescaria no Google


 

Graças ao meu post sobre o
"Marcinho caganeira", várias almas perdidas vieram aportar aqui durante uma pesquisa no Google. Meu número de visitas chegou ao recorde de 20 por dia! Daqui a pouco vão me chamar de "vendido"...

Como o gostinho da fama é bom, vamos nos lambuzar:

Fotos da Sabrina BBB pelada, calourada na FGV (foi lá mesmo que a pirralhada transou num "cafofo"?), ingressos para o Axé-Brasil, Como ficar rico, escolas particulares do Belvedere, faço serviço completo por 10 reais, comunidade do Orkut Eu Odeio qualquer coisa, putaria, sacanagem, sexo anal, trabalhos escolares sem esforço para eu me transformar num vagabundo idiota, enlarge your pennis, como educar crianças (quem mandou engravidar), fotos de ursinhos bonitinhos para mandar por e-mail para 500 pessoas, igreja evangélica, Glória Perez...

Acho que isso basta para uma boa pescaria. Talvez um ou outro vire um leitor assíduo e irá um dia me oferecer uma vaga de ministro em alguma republiqueta de América Central. Nunca se sabe.

Ah, e se você está aqui por engano e não ficou satisfeito com essa palhaçada, tenho algo para você: a internet é um oceano perigoso, você tem sorte que aqui não tem vírus nem pop-ups. Podia ser pior.

 

 

 

Democracia, mas só a cabecinha


 

Por trás da baboseira contemplativa das TV's, jornalões, revistões e portalões de internet, ficam questões fundamentais a serem respondidas. Necessitam de reflexão, argumentação, e como não dão audiência, ficam condenadas à "boca pequena", e a blogueiros metidos e/ou sem assunto.

A pergunta de hoje é: o que é "democracia" e o que não é? De acordo com a "Veja", nossa Bíblia de classe média, leitura recomendada por muitos professores de segundo grau e cursinho para manter os pupilos "bem-informados", democracias são aquelas nações "como a nossa", onde se cultua a liberdade de escolha de todo tipo de produto e serviço, desde manteiga e iogurte até políticos - ou melhor, "administradores públicos". Qualquer idéia ou pessoa que não vá de acordo com essa concepção "moderna" de democracia já escorrega nas raias do "radicalismo", e só tem duas explicações possíveis: burrice/fanatismo, ou intenções escusas. O castigo para os "radicais" é sempre o mesmo: o ridículo e a execração pública. Para os países que foram fracos e "caíram" na desgraça "não-democrática", como Cuba, Coréia do Norte, Irã e, mais recentemente, a Venezuela (ué, pensei que Chávez tinha sido eleito...), só resta lamentar a sorte de seus povos e, de tempos em tempos, ridicularizar seus líderes e costumes de vida.

Mas, ao contrário do que se imagina em paragens menos iluminadas, os regimes "não-democráticos", os vilões dos filmes de James Bond, Rambo e que tais, não se sustentam "apenas" por serem malvados e esmagarem a dissidência. Todos os regimes "do mal" têm ou tiveram alguma retórica moral, mais ou menos elaborada, e não raro seus líderes e fundadores genuinamente acreditavam estar no caminho certo. Os líderes soviéticos se afirmavam como "legítimos representantes" da classe trabalhadora. Os aiatolás se apresentam como detentores da palavra divina. A maioria diz "aceitar" a participação popular, e inclusive promovem eleições (vota-se em Cuba, também votava-se na URSS, e Saddam foi ratificado no cargo por um plesbicito, com 100% dos votos, poucos anos antes de ser encontrado num buraco sujo), mas dentro dos limites "aceitáveis", tudo para "proteger" os interesses do povo.

No Irã, se você não é islâmico, não serve. Em Cuba, se você não é do Partido Comunista, não serve.

No Brasil, você não pode se candidatar a nada se não for filiado a um partido. Pode falar o que quiser, mas dificilmente será ouvido enquanto não der pra alguém da Rede Globo, do Grupo Abril ou de algum dos outros 4 ou 5 monopólios familiares de comunicação. E acho que nossa legislação proíbe certos "excessos", como nazismos e incitação ao ódio.

No Sul dos EUA, a auto-proclamanda "pátria da democracia", há um ditado que reza "be Baptist or be gone!" ("seja Batista ou vá embora"). Você pode até se candidatar a alguma coisa na América, mas se não for Republicano ou Democrata, o povão só vai ficar sabendo se você aceitar entrar num reality show com um bando de malucos. E o Reagan, enquanto era presidente, dizia que aceitava qualquer coisa numa democracia, "menos o comunismo".

Moral da história: toda democracia tem limites. O da nossa é o dinheiro. Não se iludam (é, estou ficando meio velho...).

 

 

 

 

20 março, 2005

 

O Destino de Miguel (cortesia de Cocadaboa)


 

Clicando no link aí em cima vocês assistem ao hit internético do verão (se bem que o verão já acabou desde meia-noite de hoje): um vídeo de um trecho do filme "Shakespeare Apaixonado", cujo áudio foi totalmente dublado para transformar a história em "O Destino de Miguel", a incrível saga de um sujeito obstinado em sodomizar toda a cidade.

Segundo o Cocadaboa, isso aí era uma brincadeira particular de um produtor musical e alguns atores da Globo - em especial os astros do extinto "Sexo Frágil", como Lázaro Ramos e Wagner Melo - mas dizem que até a voz do Caetano Veloso aparece num pedaço. O negócio vazou e de alguma forma o Cocadaboa conseguiu uma cópia. Caiu na internet, caiu no mundo. Maravilhoso mundo novo...

Pra ser sincero, não achei muita graça. Já passei da época de achar qualquer menção a "cu" engraçada. Mas, de toda forma, divirtam-se.

Ah, o Mr. Manson do Cocadaboa avisou que, devido ao elevado número de downloads, a porra pode travar. Portanto, se não conseguir da primeira vez, tente novamente mais tarde.

 

 

 

 

19 março, 2005

 

Ainda bem que nem tudo é tão bem feito quanto um Volkswagen


 



A nova campanha publicitária da Volks na TV ficou bem bolada. Expõe, talvez sem querer, uma contradição do capitalismo: se tudo fosse tão bem feito quanto se anuncia, não haveria a necessidade de se comprar tanto, o que causaria a estagnação e travaria a própria roda mestra produção-consumo.

O problema não está na mensagem, mas no mensageiro. A Volkswagen não ficou exatamente conhecida por produzir carros "bem-feitos", mas baratos. Não raro, seus carros pecaram pela falta de segurança, acabamento miserável, desconforto e, no caso dessa e muitas outras Kombis espalhadas por aí, pela piromania.

(Qualquer semelhança dessas reflexões com uma daquelas campanhas "não anuncie aqui" do Cocadaboa é mera coincidência...)

 

 

 

Veja essa...


 

O Zé Arbex Jr. é foda. Tomou as dores do MST e meteu o bambu na "Veja" por causa de mais uma "reportagem" que critica os sem-terra por não serem... bem... submissos como se deve.

Pena que essas linhas não chegarão aos incautos 3 milhões de leitores do semanário. Exceto talvez na forma de "spam", mas quem acredita neles?

 

 

 

Coisas de Superpotências


 

Em 1968, os generais do Exército Vermelho disseram para as tropas que iriam enterrar a "Primavera de Praga" que elas estavam indo para a Alemanha Ocidental ajudar em mais uma gloriosa revolução comunista.




Em 2003, os generais dos Marines americanos disseram para suas tropas que estavam partindo para o Iraque que eles iriam travar uma importante batalha contra o terrorismo internacional que ameaçava o "modus vivendis" libertário da América.


 

 

 

Diálogos de Nossa Classe Média


 

Colega de trabalho estava alugando minhas orelhas ao papear amenidades com uma comadre. Disse que estava procurando para os filhos uma escola que não fosse longe de casa, porque tinha medo de ver os pimpolhos, ou melhor, marmanjões de 10, 12 anos, pegando ônibus. Perdi a concentração no que estava fazendo e entrei na conversa (é, sou um enxerido mesmo):

- E o que que tem pegar ônibus? Eu sempre peguei ônibus para ir e voltar do colégio desde que eu tinha 10 anos (mentira, eu pegava ônibus só pra voltar), e isso lá em Governador Valadares, onde o busão andava muito mais lotado que aqui (verdade, lá em Valadares o transporte coletivo era monopólio de uma empresa escrota, os ônibus andavam entupidos, um calor desgraçado, e tinha uma espécie de corredor instalado entre a porta traseira e a roleta, de forma que ficávamos todos em fila como gado no matadouro para pagar a passagem - a idéia do "corredorzinho" era evitar o calote dos passageiros).

- Ah, menino, vai comparar Valadares com Bel'zonte? Por acaso lá entra gangue no ônibus?

- Que gangue? Eu ando de busão em BH desde 98 e nunca vi nada de gangue!

- Pois EU já. Uma vez eu tava no ônibus e entrou uma turma de marginais. Disseram para o trocador "aê, gente boa, nós não vamos pagar não" e andaram a viagem toda no banco da frente. Na hora que eles desceram, acho que o motorista e o trocador quase fizeram xixi na calça (Nota: essa colega minha é católica puritana e não usa termos chulos como "mijar", "cagar" ou "trancar o tóba"), de tanto alívio.

Veja você os temores que assolam nossa classe média. Malacos que não pagam passagem viram "gangue de marginais". Isso chega a ser uma ofensa às gangues de verdade.

Esse povo nunca jogou "Double Dragon" nem "Final Fight" para saber o que é uma gangue. É o tipo de gente que vê a Galoucura chegando no estádio e sai gritando "arrastão!"

 

 

 

 

15 março, 2005

 

O telejornalismo nosso de cada dia


 

Essa aconteceu com um colega da minha irmã, numa lanchonete Bob's em Juiz de Fora:

Repórter acompanhada do câmera aborda o menino, com uniforme do colégio: "O que você mais gosta de comer depois da aula?"

O moleque responde: "ah, eu gosto de comer arroz, feijão, carne, verd..."

A muié interrompe, tira o microfone da boca dele e diz: "Olha, eu vou perguntar de novo e você diz que gosta de hambúrguer e batata frita, OK?"

A câmera começa a gravar de novo. Repórter pergunta: "O que você mais gosta de comer depois da aula?"

Menino, sem graça: "Ahn... eu gosto de hambúrguer e batata frita..."

 

 

 

Flashes do óbvio


 

De repente toda a comunidade se une para fazer frente à sanha tributária insaciável do governo estalinista de plantão, se opondo à edição da MP 232, que vai aumentar a incidência de Imposto de Renda e CSLL das pessoas jurídicas.

Seria histórico... não fosse farsesco.

Adivinha só quem é que vai se ferrar mais com esse negócio: profissionais liberais que abrem firmas individuais ou pequenas sociedades (portanto, pessoas jurídicas) para pagar menos impostos. Advogados, engenheiros e... jornalistas!

Captaram a mensagem? Pois é.

Viva o nosso jornalismo imparcial!

 

 

 

 

13 março, 2005

 

Pra quem disse que o Orkut não tem graça


 

Essa é da comunidade "Anti-Vídeo Show" e do site "Minerva". Esses caras fazem uma seleção de "piores momentos" da TV (e, neste caso, do rádio) e colocam na internet, para execração pública. Tipo: meleca escorrendo do nariz do Boris Casoy, ou a entrevistada do telejornal que teve acesso de gagueira, esse tipo de coisa.

O link aí em cima é uma transmissão radiofônica de um jogo de futebol: o jogador Marcinho é substituído e, ao sair do campo, alega, na cara dura, estar de "caganeira".

Aliás, essas transmissões de futebol no rádio são um verdadeiro folclore. Uma vez o repórter da Itatiaia foi perguntar prum torcedor do Atlético (que tinha levado, pra variar, uma piaba de não sei que time) o que ele achava do time e ouviu, na lata, "uma bosta!"

Não é à tóa que, nos States, algumas transmissões ao vivo (como o "Oscar", por exemplo) tem um "delay" (atraso) suficiente para cortar o sinal antes que indecências como peito de fora ou discursos de Michael Moore adentrem os lares das famílias brancas tementes a Deus.

 

 

 

Conheçam o Anarco-Capitalismo


 

Isso aí em cima é uma breve explicação sobre como uma sociedade de livre mercado, sem mercado, seria ao mesmo tempo justa e ordeira. Um lituano que eu achei no Orkut está tentando me catequizar com isso aí. Não simpatizo com essas utopias anarquistas, mas enfim, façam seu próprio julgamento.

Será que um judiciário "de mercado" não seria a institucionalização do suborno?

Por outro lado, imagina um escriturário do DETRAN sem estabilidade de emprego?

Ah, sim, o link é em inglês. Acho que já é tempo de você ter percebido que a internet lusófona simplesmente não vale a pena, exceto se você for chegado a "fotologs" adolescentes.

 

 

 

Assim funciona a mente de um golpista


 



Evidências? Pra quê? O leitor de Veja não é assim tão exigente...

E essa Abin não é aquela mesma que, há uns anos atrás, foi apedrejada pela mídia (Veja inclusive) como uma instituição anacrônica e anti-democrática, porque feria o direito à privacidade de ministros e parlamentares?

 

 

 

 

12 março, 2005

 

 

"Você tem dinheiro demais!"

Do filme "Edukators". Alguém aí viu esse trem?

 

 

 

 

10 março, 2005

 

Essa é do Arnaldo Branco pros nossos amigos do Leste de Minas


 



E vem aí nova novela de Glória Perez mostrando mais um "drama da vida real": o dos brasileiros que foram pros "States" roubar vaga dos brancos sindicalizados. Vai começar o festival de esterótipos - se bem que, pior do que está (Aguinaldo Silva & Wolf Maya), não pode ficar.

E como a tal Cláudia Jimenez tá gorda! Aquilo ali só resolve com redução de estômago...

 

 

 

Tão dizendo que os remédios genéricos são caô...


 

Bom, se for verdade, o José Serra perde o único mérito de sua gestão no Ministério da Saúde. Quer dizer, ainda resta aquela demagogia de dar coquetel anti-HIV de graça pro pessoal, mas convenhamos, quem é que ainda pega AIDS no Brasil hoje em dia?

E o Ministro da Dengue ainda sonha com a cadeira no Palácio do Planalto. Mal sabe que sua carreira política está condenada pela "maldição" da Prefeitura de Sampa: desde que me entendo por gente, nenhum político foi muito longe depois de passar por lá. Em compensação, a conta bancária de alguns deles...

 

 

 

 

08 março, 2005

 

Dia Internacional da Mulher


 

"I think of a man, and I take away reason and accountability."


Melvin Udall (Jack Nicholson), no filme "Melhor, Impossível", explicando como ele consegue entender tão bem a alma feminina.

Homenagem d'O SUBMUNDO DE NIKOLAS ao Dia Internacional da Mulher.

 

 

 

 

05 março, 2005

 

REBELDIA - Agora em nova embalagem!


 

Esse André Dahmer é genial. Só precisa aprender a desenhar.



Em tempo: o Chorão, essa figura magnânima, de sublime inteligência, mandou desmentir o "boato" do fim do Charile Brown Júnior. Não que eu me importe.

 

 

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